Um cenário de dúvidas

Não sou comentarista de resultados. Minha vivência de anos no futebol me proporcionou observar e analisar as nuanças do que acontece no mundo da bola redonda.

No texto A arte de vencer jogos, que eu escrevi em janeiro, afirmava que um time de futebol necessita de um esquema tático definido e de bom condicionamento físico dos atletas. E usei o seguinte parágrafo para defender meu ponto de vista:

“Nos esquemas táticos modernos, se engana quem pensa que a defesa seja feita apenas por zagueiros, que a criação seja responsabilidade do meios campistas e a marcação de gols seja tarefa exclusiva dos centroavantes.”

E também:

“De nada adianta um treinador pedir marcação alta, cobertura da zaga, jogadas em velocidade, se os jogadores se portam como cones cansados em campo, incapazes de terminar sequer o primeiro tempo de um jogo.”

E no texto, Todos entraram em campo, menos a seriedade, afirmei que a perda daquele pênalti contra o JEC, no primeiro turno, pelo jogador mais blindado da galáxia, nos custaria caro, e ainda disse:

“No restante do campeonato que vem pela frente, os demais times vão se arrumar e começarão a correr atrás de uma recuperação no campeonato. Que ninguém se iluda, mas tudo o que o Avaí conquistou, e bem, foi graças a uma manutenção do elenco e a uma boa preparação, coisa que os outros não conseguiram, mas que logo será equilibrada por todos.”

Ou seja, tudo o que está aí acontecendo já era esperado. O Departamento Médico cheio já em começo de temporada, a indefinição no esquema tático e a aposta em jogadores com qualidade duvidosa deu nisto que está acontecendo.

O Avaí poderá ser campeão do estadual, na única coisa que nos resta no primeiro semestre? Claro que sim, mas aquilo que poderia ser uma boa certeza, dado ao cenário que se deslumbrava, poderá se tornar uma amarga decepção, exatamente pela obra mal construída.

Quero errar e queimar a língua, mas…

Sem força na peruca

Não sou daqueles torcedores que se contenta com derrota do próprio time. Também não sou caga-regras para impor a minha opinião de que se deve comportar-se assim ou assado, de aceitar ou não tal conduta deste ou daquele jogador. Como já se disse certa vez, opinião e bunda, cada um tem a sua e faça dela bom proveito.

Mas eu digo que, apesar de não viver jogando aquilo que sai das bundas no ventilador (nem vou para arquibancada vaiar técnico ou jogador – no parapeito?) e também não viver achando que derrotas são o suficiente para se apagar trabalhos e fazer terra arrasada, da mesma forma afirmo que time ou torcedor que se contenta com derrotas, imaginando que isso faça parte do campeonato, jamais chegará a coisa alguma. É pensar pequeno, sempre. Time de futebol nasceu para vencer partidas, porque se fosse para participar, nem deveriam suar os uniformes, bastaria o grupo sentar no gramado após o apito do juiz e deixar o adversário jogar e ganhar naturalmente.

Meu time não entra em campeonato para participar. Ou para “treinar” após ter vencido um turno. Vou exigir, em todas as partidas, seriedade e respeito à instituição, seja de jogadores, torcedores ou mesmo de um treinador. Combinado assim ou é preciso desenhar?

Já dissemos à exaustão (e já ficou chato!) que o time do Avaí é limitado. Já dissemos também até cansar que se classificou na série B, garantindo a vaga para a série A de 2017 porque o grupo “comprou a briga” e decidiu vencer. E o bom treinador avaiano, que agora está errando uma barbaridade, naquela oportunidade tirou leite de pedra. Parabéns por isso.

Ocorre que agora, por causa disso, sentaram no saco das conquistas e tal acesso virou argumento para se defender derrotas sofridas e jogos toscos e ridículos. Já passou aquela classificação, foi há alguns meses. Agora o campeonato é outro.

De toda maneira, por isso, ninguém é tapado o suficiente para imaginar que um time de futebol tenha que vencer todas as partidas. Porém, certos jogos são chave na vida de um time durante um campeonato. Quando o ídolo de alguns por aí (e que não é o meu, felizmente) perdeu aquele pênalti contra o JEC, eu afirmei que os pontos perdidos ali seriam lamentados. Era um jogo chave. Tanto é verdade que o JEC pode ser campeão do segundo turno e, pelo andar da carruagem, nos ultrapassar na classificação geral. E por dois pontos. E da Chapecoense, então, nem se fala.

Qual a consequência disso? Decidirão a final em casa e a vantagem de ter vencido “invicto” o primeiro turno, mas dando essa mancada relativizada por muitos (afinal, foi o coitadinho quem perdeu o pênalti e dele não se deve falar),  o Avaí pode ter mandado o campeonato para o brejo.

E se no semestre já largamos a Primeira Liga para os meninos e menosprezamos a Copa do Brasil, fazendo aquela partida tosca contra a poderosa Luverdense e perdendo bastante dinheiro, o que nos restou seria o catarinense, o qual, ao que parece, escorre pelos dedos.

Mas, para que nos incomodarmos com isso, não é mesmo? Nos classificamos para a série A, vencemos o primeiro turno com uma invencibilidade incontestável, temos um jogador-torcedor em campo e, pasmem, nadamos em dinheiro. Que beleza!

Barrados no baile

Ninguém é louco em dizer que seria um jogo fácil, este do Avaí contra o Tubarão, jogado no excelente horário (inventado por um jegue!) de 19:30 de uma quarta-feira à noite. Ninguém é maluco de afirmar que, depois dos 7 a 0 tomados pelo Tubarão contra a Chapecoense, o Avaí iria enfiar uns 8 ou 9 e dar espetáculo. Qualquer anta sabe que o time do Tubarão, embora limitado, joga certinho e arrumadinho, mas é só forçar que entrega. Todavia, o Avaí fez um esforço danado para ser humilhado, ah, se fez.

Para começar, colocar o fraquíssimo Gustavo Santos como lateral titular num jogo de futebol profissional é pedir para se entrar de graça no estádio. Sem comentários a respeito das patacoadas proporcionadas por ele. A propósito, ele seria o cara que, no meu time da rua, ficaria atrás do gol para apanhar as bolas que caem na vala. Sei de gente que reclamava aos brados do Bocão. Com licença, vou ali dar uma risadinha e já volto.

Depois, o limitadíssimo Renato Junior, do já limitado time do Avaí, deu mostras suficientes de que não pode ser titular deste time. Sequer se pensar em ele ser um “componente de grupo”. Muito menos assumir a posição de primeiro volante para dar cobertura aos laterais e auxiliar à zaga. Jogar num 4-1-4-1 com ele ali, comandando a defesa, é suicídio. E não deu outra coisa nesta noite que se desenhava como horrorosa. Tomamos um baile no primeiro tempo, que só não foi mais desastroso e antológico, porque o Tubarão só tem agressividade no nome.

Claro que, como diz o pessoal que ameniza tudo, nos superamos, e “si consagremo” num jogo totalmente sem prognósticos, graças à experiência de alguns jogadores, à força do conjunto que nos levou à Série A e à mexida no esquema e no conjunto da obra do próprio técnico.

E é neste ponto que faço os questionamentos: o que faz um treinador na beira do campo que não enxerga o desastre acontecendo? Ele não sabe que no futebol moderno se troca pneu com o carro andando? Faltou o quê para um treinador deste naipe não arrumar, ao menos, o esquema ou o posicionamento dos jogadores? Quando fez o curso de treineiro não disseram que ele já pode substituir jogadores ainda no primeiro tempo, quando não estão rendendo? Parece que anda ouvindo demais o seu auxiliar, que era bom como atacante, mas péssimo conselheiro.

Que ninguém se engane, este time do Avaí irá jogar o Brasileirão da Série A exatamente desse jeito e com estes jogadores. Terá um volante mais brigador, mas ajudado no meio de campo por um cone, por um outro que se acha o Messi e outro que se acha o Drogba. E deve tomar bailes históricos e apoteóticos de times mais qualificados. Aquilo que escrevi em minha postagem anterior coube como uma luva para esta partida.

Ou então que o treinador avaiano faça, já no primeiro tempo, o que fez no segundo tempo. Coloque um jogador como Lucas Otávio (é isso mesmo?) para comandar o meio de campo, mande os outros para dentro da defesa adversária e quem sabe saia um gol de cabeça feito por um cone, para alegria de alguns.

Estou indignado? Sim. Porque depois de largar a Copa da Primeira Liga aos meninos e esnobar a Copa do Brasil, perdendo uma boa bolada de dinheiro, só faltava deixar de conquistar o Estadual para afirmar que “faz parte do futebol”. Ô, gente que pensa pequeno!

Segue o baile.

O melhor torcedor da última semana

Emoção e razão são “experiências” do temperamento humano. Com elas, quando equilibradas, tomamos decisões que interferem em nossas vidas. A razão segura o ímpeto desenfreado e as emoções nos fazem agir com um pouco mais de coragem.

No âmbito dos esportes, precisamos de boa dose de razão para compreender a atividade, tomar uma decisão sobre os limites da capacidade física e dosar as etapas para não sofrer mais adiante. A emoção é a que indica o quanto ainda podemos ultrapassar no limiar da exaustão.

Do lado de fora há o torcedor, que é aquele sujeito que não aprecia o raciocínio, mas sugere que se pode ir mais longe e que se deve apostar no improvável e no subjetivo. Por isso, ele precisa dar respostas a quem age com a razão, afirmando que daquilo, do ato de torcer, ele entende bem mais do que a própria razão permite.

Curiosas, portanto, são as manifestações de torcedores que desejam “provar” que são mais torcedores que os outros. São os torcedores-emocionais, aqueles cuja conduta é reprovar quem critique um ex-jogador, por estar abaixo da média do desempenho de um jogador profissional, ou não dê créditos ao comportamento do time, porque as estatísticas seriam soberanas.

Ora, o time do Avaí foi vencedor na classificação para a série A e campeão invicto do primeiro turno do catarinense, confirmando a boa fase. Mas se você não tiver os olhos brilhando em função disso, com lágrimas vertidas sobre os lençóis, você se torna um “secador” do próprio time por não aprovar algumas coisas que estão acontecendo. A tentativa de debate gera uma medíocre imposição de “ter de acreditar antes de pensar”.

Futebol é resultado e como sempre digo o melhor time é aquele que vence e o pior é o que perde.

Interessante é que eu afirmei numa página de torcedores do Avaí, lá no Facebook, ainda em janeiro, que este time do Avaí ganharia o estadual com um pé nas costas. Está lá, está registrado. Mas também afirmo que este time é fraco e joga mal. Vai ganhar o estadual porque os outros são ainda muito piores. E mesmo se percebendo que o imponderável pode atrapalhar tudo, este time poderá perder se quiser, obviamente, mas o andar da carruagem nos dará o 17º. Título. Disso não se duvide.

Não se tem que provar nada e nem fechar os olhos para a realidade, o time do Avaí joga um futebol ruim de se ver. É fato! Tem jogadores limitadíssimos, que jogam mais na força física, na raça e aplicação tática, do que por qualidade técnica. O bom treinador avaiano conseguiu tirar leite de pedra de um grupo que não jogaria na série D do brasileiro. Lamento se isso machuca alguns egos, mas é a realidade.

No entanto, conseguiram se acertar, montaram um conjunto, obtiveram entrosamento e hoje é um grupo vencedor. Porque é assim que funciona o futebol.

Quando faço críticas é para, exatamente, este grupo não perder esta postura, que se mantenha coesa e confirme sua conduta como a de campeões. Porque, se se imaginarem craques e subirem no salto 15, lamento os arautos do bom mocismo, a queda será vertiginosa.

E se não gostou do que eu disse, como diria minha avó, coma menos, porque não sou de fazer médias.

O raciocínio do discurso

Tenho discutido com amigos o fato de vivermos lambendo as nossas conquistas. Sim, é legal, pois ganhamos o turno invicto, algo raro em qualquer time de futebol. O nosso time é regular, o técnico é bom, conquistamos o acesso por causa disso, mas as vitórias do ano passado não valem nada para esta temporada se houver fracassos. Deveria valer era aquele espírito, aí, sim. Mas o desempenho de um jogo não é o mesmo de outro em qualquer lugar e em qualquer competição. Portanto, cada jogo tem que ser jogado como o último onde vencemos, como numa decisão, porque ninguém, nenhum adversário, irá passar a mãozinha em nossa cabeça, em vista de termos feito uma boa série B, ou porque tenhamos uma ótima defesa, um bom ataque ou que tenhamos ganhado um turno do catarinense invictos e nadando de braçadas.

Por isso que se faz críticas, na maioria das vezes, quando o time não tem o desempenho desejado. Nem é preciso explicar isto, por ser óbvio, mas alguns meninos de internet, aqueles que estão agoniados em querer provar que são mais torcedores que os demais, acabam não compreendendo tais iniciativas e acham que se está a reclamar de time vitorioso por despeito. Confesso que quando leio isto tento controlar o riso.

Um time de futebol constitui-se de um agrupamento competitivo de atletas, montado para vencer jogos e obter conquistas. Fácil de entender, né? E quando não obtém os objetivos para o qual foi treinado e programado, faz-se as devidas críticas. É por aquela competição na qual se fracassou e não para a história, para o hino, cores de bandeiras, camisas e nem para conquistas passadas ou estatísticas que se faz cara feia quando não dá certo. Simples. Entendeu?

E aí surge a necessidade de se impôr rótulos de quem é mais ou menos torcedor. Eu sou torcedor do Avaí exatamente pela paixão que me move em relação a este clube ao longo de minha vida. Não sou torcedor para zoar do rival ou para preencher um vazio existencial, coisas que me obrigariam a fechar os olhos e jamais ver defeitos. As glórias a gente exulta e os fracassos a gente contesta, exatamente pelo direito de ser torcedor, o que não implica, por exemplo, se cobrar milhagens por ser mais ou menos torcedor. Tolice! Isso não existe.

Da mesma forma, não se espere de mim fazer média com quem quer que seja para agradar A ou B cada vez que o Avaí vencer e, a partir disso, esquecer as dificuldades criadas. Como fez o presidente do Avaí com a imprensa, adotando uma incoerência típica e aceitando que jornalistas, cujo discurso é negativo para nosso lado a todo momento, fossem à Ressacada cheios de sorrisinhos e afagos. Não vejo problemas em essa gente estar lá, até porque não sou irredutível, mas deixaria bem claro meu descontentamento quanto àquela postura.

Portanto, que fique também mais claro que a luz solar: quando se fez críticas severas ao fracasso do Avaí pela Copa do Brasil, com aquele modo tosco e horroroso de jogar e pelas cobranças de pênaltis bisonhas, foi exatamente para se dizer que não gostamos de perder, ainda que se considere que isso faça parte do futebol. E que se observe, também, que no geral o time é duro na queda, mas perdeu exatamente quando não deveria. No momento de mostrar força e competência, ele fraquejou.

Assim, chega desse chororô tolo. Isso só azeda o fígado e deixa a cerveja choca.

Escrevi, mas se precisar eu desenho.

Coerência é moeda rara na Ressacada

Eu sempre pautei a minha vida por coerência. Isso não significa que seja caga-regras, que viva apontando dedos para que os outros sigam meus preceitos. Cada um é cada um e que seja responsável por seus atos. No entanto, o que eu defendo são as minhas posturas, as quais, invariavelmente, seguem os caminhos da honestidade e da justiça, algo que aprendi dos meus pais e que exerço como conduta de vida. Me afasto dos canalhas, daquele tipo de gente que tem por conduta prejudicar os outros para se “dar bem”. Assim, me incomoda por demais quando alguém passa a defender algo que antes criticava. Ou que “vira de lado” porque alguma coisa ficou bem legalzinha.

E por ser a favor de justiça, durante muitos anos bati de frente a quem tripudiava contra o ex-presidente Zunino. Por conhecê-lo como conhecia não admitia que o ofendessem em sua integridade moral ou à sua família. Não eram críticas tão-somente, mas algo pessoal e bem infeliz. Gente da pior espécie, e que hoje faço questão de estar bem afastado, durante muito tempo, o jogou na vala comum, coisificando e ultrajando a sua história e a sua vida pessoal.

Todavia, fiz críticas durante muito tempo quando ele chamava para o seu lado a mídia que estimulava, ela própria, aquele mal-estar (eufemismo!) contra ele. Quem acompanhou o meu blog e me conhece pessoalmente sabe disso. Os verdadeiros amigos, e não bipolares de ocasião, sabiam da minha postura.

Quando a gestão do presidente Zunino acabou era preciso que alguém assumisse o seu projeto. Aliás, projeto vitorioso, mesmo quando as coisas ficaram bem difíceis, e nenhum imbecil mal-amado irá dizer ao contrário, que isso fique bem claro. Todavia, por diversos motivos ele teve que se afastar. O então vice entraria em seu lugar para uma continuação. Eu apostei nisso e não me arrependo. Ocorre que o vice era inepto para o cargo, bem mais do que se imaginava ou previa. As coisas foram dando erradas de tal forma que fomos sendo humilhados em nosso quintal como clube e como instituição. A mediocridade tomou conta da Ressacada. Ele teria que sair, de qualquer jeito.

Como prevê o estatuto, o vice teria que assumir. E assumiu. E fez coisas bem diferentes, reconhecidamente para melhor, do que quando era vice, se impondo e decidindo, mostrando que poderia ter sido capaz também quando era vice. E, para o bem da instituição, a sua condução das coisas na administração do clube foram tão efetivas, que mudou os humores na Ressacada. Ainda assim, manteve uma postura firme, de chamar para o seu lado apenas quem estava do lado do clube. Nada mais justo, ainda que minha pulga atrás da orelha coçasse acintosamente.

Mas, ao se ver o presidente ou seus aspones chamarem para o seu lado a mídia que não nos trata como clube, respeitando nossa história e nossas conquistas, mas nos ofertando ao mercado como segunda opção na praça do futebol da Capital, sou obrigado a dar razão ao que minha pulga dizia: todo maçon é igual.

Teste de som gera surdos

Há quem diga que após vencer o 1o. turno do campeonato catarinense, o Avaí deve dar um descanso aos seus principais jogadores (sic!) e testar novas formações, com vistas, até, quem sabe, apresentar algo novo para a série A?

Testar? É sério isso?

O Avaí tem é que jogar bola com o que tem, isto sim. Isso aqui não é seleção brasileira que busca jogadores de terceiros e quartos escalões para, depois, pinçar um ou dois e utilizar no time principal. Estamos falando de Avaí Futebol Clube, com elenco no fio da navalha e dinheiro usado no limite.

Se a torcida do Avaí já não comparece em jogos importantes e nos medianos prefere assistir pela Fox, imagina ver em campo um elenco desmotivado para “ganhar” alguns pontinhos e esperar pelas finais do Estadual? Se os “alemões” não empolgam, quando se terá torcida para ver coxas-coladas?

E não é apenas por torcida. Time que treina muito não joga sério. Diversas formações para se achar um time, não se acha um jogador que preste. Ou seja, pode-se estar fadado a um fracasso monumental, porque se quer poupar quem já se poupa.

É por essas e outras que vivem chamando nosso time de golfinho: numa temporada sobe e noutra desce. Ou paramos com esta mediocrização do Avaí, ou esqueçam a série A e passem a juntar dinheirinho para assistir à serie B em 2018.