E por falar de Avaí…

Em condições normais de temperatura e pressão, o Avaí sofreria para vencer a Chapecoense neste primeiro jogo da decisão do Catarinense – 2017. Bom, nesta hora dezenas de milhares de avaianos dirão que eu não sou torcedor de verdade, porque não acredito, que reclamo do time e blábláblá. Como não escrevo para agradar ninguém, vou continuar.

É fato que o Avaí tem um time fraco e limitado. Se jogasse o primeiro turno como jogou no segundo, fatalmente estaríamos ali embaixo brigando contra o rebaixamento, junto com os rivais que assistiram ao jogo deste domingo pela TV. Mas, como o SE não joga, fomos para a final numa decisão história e com chances iguais, exceto pela vantagem que o time do Oeste tinha. Isso mantinha a probabilidade de reverter tudo muito pequena; qualquer um, até o mais afoito e crédulo torcedor sabia disso.

Ocorre que estamos falando de Avaí, e a camisa do maior de Santa Catarina pesa uma barbaridade. Já provamos isso e já vencemos quando tudo estava contra. Os reveses na história são gritantes, mas as conquistas foram gloriosas, tanto que festejamos todos os títulos e resultados obtidos. Dessa forma, havia uma chance, haja vista que a Chapecoense veio para empatar, era nítido.

Entretanto, quis o destino (??) que o jogo da final fosse arbitrado por um senhor já em fim de carreira, com um currículo de tropeços e cagadas vibrantes e fenomenais na sua passagem pelos campos de futebol, e coberto de vaidades. Héber Roberto Lopes ganhou prestigio e visibilidade devido muito mais às suas trapalhadas do que propriamente por arbitragens pedagógicas. E, lá pelas tantas, nesta partida, estragou o jogo expulsando erroneamente o jogador Capa, do Avaí, e, logo mais, para se redimir e usar da estultícia comum de 100 dentre 100 árbitros, compensou expulsando, também, o jogador da Chapecoense. Estragou o espetáculo porque trouxe para o campo de jogo uma batalha que não existia. Enervou jogadores, incomodou as duas torcidas e desprestigiou o bom senso nestas duas taquaradas de non sense.

Se não bastasse, o ingrediente que faltava neste jogo, todavia, foi que após a expulsão de Capa, Marquinhos saiu do jogo. É bom ressaltar que ele foi corretamente substituído após a expulsão do jogador Capa, para que os perdidos e nervosos técnicos avaianos (sim, se você não sabe, temos dois treinadores, Evando e Claudinei) fizessem a recomposição do meio campo. A questão é que ao colocarem o jogador errado, Mauricio, escancaradamente nervoso, continuamos com um a menos e foi aí que os verdões do oeste cresceram.

Marquinhos é um caso à parte. Ele extrapolou na roupa suja lavada na rua. Sua famosa língua solta é um prato cheio para quem gosta de enterrar o Avaí. Ele deve entender, também, e já é bem grandinho para isso, que numa final todos devem estar ao lado do grupo, seja jogando ou no banco de reservas. Ele não é superior a nada e a ninguém para largar sua verborragia como a última bolacha do pacote. Se estiver descontente com os hesitantes treinadores avaianos, como demonstrou efusivamente em sua entrevista, deve se resolver lá dentro, lá nos corredores da Ressacada, e não à mídia para, quem sabe, chamar para si uma martirização quixotesca.

Todos os problemas do Avaí foram expostos, portanto, neste jogo e, mesmo assim, a dureza encontrada pelo time do Oeste foi enorme. E, do jeito avaiano de ser, nesta semana todos os problemas serão sanados, os olhos terão dedos enfiados e depois assoprados. Amores e perdões serão renovados e, para domingo, aguardem um Avaí comendo a bola e chutando acima do pescoço por cada centímetro de campo.

Por tudo isso, percebe-se que a Chapecoense ainda não ganhou o título como muitos querem e mostrou que não tem essa força toda. Aliás, uma força construída estupidamente pela mídia colocando aqueles jogadores numa pressão desnecessária por causa dos acidentados. O time da Ressacada deve aproveitar isso e reverter a pressão, pelo que se está desenhando. Lembre-se de que estamos falando de Avaí Futebol Clube.

(E lembre-se, também, que parece que pagaram uns atrasad… ah, deixa pra lá!!!)

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3 comentários sobre “E por falar de Avaí…

  1. As viuvas do Marquinhos, que se acham superior no entendimento do futebol, mais até do que o treinador que vive o dia a dia do time.
    Marquinhos já prejudicou o Avai em outras ocasiões, conhecida de todos.
    Agora pressiona a diretoria para uma renovação, cujo contrato ainda vence no final do ano.
    De tolo ele não tem nada. Como ele mesmo disse, gosta do Avaí, mas gosta mais de dinheiro.
    O que ele está querendo?
    Aumento de salário, pois agora é série A e o Avaí, teoricamente, pode pagar-lhe mais.
    Alega que reduziu seu salário quando o time caiu.
    Esquece porém, que o clube lhe pagou salário durante oito meses em que ficou afastado pela cirurgia no joelho.
    Os entendidos do futebol e apaixonados pelo Marquinhos, não deixam de lado essa paixão, e analisam que ele não deveria ter sido substituido pois é um bom batedor de faltas.
    E quem iria correr por ele no meio do campo? Sim, correr, porque ele não consegue dar uma corrida para pegar um ônibus.
    Teve e tem seu valor. Mas eu no lugar dele pleiteava uma vaga na diretoria de futebol, seja na base ou no profissional e que pudesse passar toda a sua experiência “do futebol” e não das falácias.
    Décio Sardá

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  2. Perfeito Aguiar!

    Complementando o comentário do Decio Sarda, alguém aí consegue dizer qual foi o último jogo que o “insubstituível” Marquinhos resolveu para o Avaí? Eu não me lembro…

    Curtido por 1 pessoa

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