Coisas estúpidas

Quando a gente lê coisas estúpidas por aí nos blogs e em alguns jornais, ou mesmo nas redes sociais, chega-se a algumas conjecturas. Eu falo de coisas estúpidas, não opinião pura e simples, pois opinião é igual à bunda, cada um tem a sua e dá como quiser. Eu falo de defesas de teses e imposições de conceitos.

Mas a primeira das conjecturas é: qual é o grau de envolvimento que o estúpido tem em relação ao que é tratado?

Ele pode fazer parte do processo/esquema, ou estar totalmente fora do ambiente em tese.

Se faz parte do esquema/processo e emite uma estupidez, ele é um tanso de marca, pois certamente não entendeu bulhufas dos problemas em relação ao que foi tratado sobre o assunto e ainda rema contra.

Se está fora do ambiente, emite a estupidez como um chute, lança um balão, joga no ar e espera aplausos por parecer um emérito conhecedor da causa.

A segunda conjectura é: que interesses têm a criatura em defender a tal tese estúpida?

Sendo ele um investidor, deitado na grana, pagando o almoço e a janta e dando gorjeta pra Tio Patinhas, com toda a certeza está almejando um contrato, ou querendo assumir o comando. Expõe seus motivos e lança bobagens para desestruturar quem está no cargo, uma vez que quer assumir a cadeira mais alta na companhia/firma/empresa.

Se for um pé rapado, deve estar defendendo a história para bancar um amigo milionário e ordinário que não quer aparecer, um comparsa bem comandado.

Não sendo uma coisa e nem outra, certamente quer aparecer como professor de deus.

A terceira das conjecturas é: quanto de conhecimento tem, o estúpido, daquilo que defende.

Normalmente, estúpidos lançam mão de conceitos tolos para fundamentar suas teses estapafúrdias.

Se ele conhece bem mesmo do que fala, e fala com propriedade, mas escondeu tudo e só declara quando a água bate no bumbum fofinho, é dispensável. Não serve para aquilo ao qual está disposto. Que vá vender cocada na praça que será mais promissor para a carreira.

Se, ao contrário, não sabe de nada, mas peleia pelos cotovelos, é, no mínimo, um banana que posa de intelequitual. Não pode ser levado a sério e se falar muito mais do que deve, a seleção natural um dia descobre.

Para todas estas situações, contudo, depois de tudo isso, é melhor pendurar uma melancia no pescoço e pintar a bunda de vermelho no alto de um poste.

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