O galope das eleições

Quem está acompanhando o processo de eleição para o Conselho Deliberativo do Avaí, que dará condições para a eleição do próximo presidente do clube, em sucessão ao presidente Zunino, já deve ter percebido que os bastidores estão inquietos.

E não é pra menos.

A chapa de oposição, que acredita vencer, cujos membros passaram anos impondo que a direção avaiana fizesse as coisas do jeito que eles queriam, agora querem também decidir a forma de eleição da maneira que eles acham que deve ser feita. Baseados em argumentos frágeis e inconsistentes, esperneiam, denigrem e levantam as famosas ofensas, tão comuns durante todo o seu tempo do lado de fora. Maus perdedores como sempre foram, não admitem ou seguem regras, e acham que suas decisões valem alguma coisa, enquanto não assumem a administração.

Sugestões e propostas, sim, podem e devem ser feitas, uma vez que todos temos capacidade criativa. Até eles. Mas definições e deliberações, quando não são os administradores, soa um tanto estranho. Isso é processo democrático, palavra que eles têm usado como manteiga no pão, mas que na hora de assumi-la esquecem-se dela, de que a definição da maioria, baseada em consenso, é o que voga. O interessante que o mote de sua campanha é o debate de ideias, porém o que se constata é imposição de artifícios, quando não a picuinha arrivista.

Ora, foi decidido um período para o processo eleitoral, que deve ser adaptado a todo mundo e não apenas a uma minoria. Não é possível agradar-se a todos. Não dá para abrir mão a casos particulares e excludentes. Todos, indistintamente, temos os nossos compromissos, que devem ser adequados de acordo com as necessidades e realidades. É assim o processo.

Chegaram, para constatar a discussão estapafúrdia que observamos, a propor a elaboração de artefatos jurídicos exóticos, cujo principal objetivo é retirar uma eleição do dia inteiro para o período noturno, adequando-se às suas preferências. Ora, vejam!

Curioso é que acusam a situação de fazer atitudes para se manter no poder, como se eles mesmo não quisessem se apegar a isso, mais uma vez demonstrando serem juvenis e despreparados.

O chororô reinante demonstra quem está com medo de perder, mais uma vez,  e temerários com os votos da situação. Nos apresenta quem está esperneando. Sosseguem, um dia vocês chegam lá, por competência, coisa que ainda lhes falta.

Por enquanto, menos!

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