Julinho de volta, vaia renovada

Julinho está de volta à Ressacada e com ele se renovam os malquereres. Já chega sob preconceitos e má vontade.

É bem verdade que sua saida foi intempestiva, mal trabalhada e contraditória. Isso é comum no futebol, contudo, mas, no Avaí, assume proporções de naufrágio de Titanic.

Surgirão os testes de hipóteses, as especulações (olha elas aí outra vez), as orelhas do Gabriel vão ficar quentes e o Miguel, de novo, vai ditar o ritmo da crítica. Claro, é evidente, pra turma que adora fazer língua, Miguel é rei posto e coroado.

Eu não sou do tipo de torcedor que baba por jogadores, tampouco execro como câncer catinguento. Jogador de futebol só tem uma função na vida, jogar futebol. É isso não é óbvio? Não sei, pelo que vejo por aí, há quem tenha dúvidas. Acham que jogadores devem ser deuses a lhes salvar do padecimento de um purgatório. Que nada, é apenas um jogo de futebol, se errar uma, acerta outra. Se perder uma jogada, pode fazer um gol lá na frente e virar ídolo da noite por dia.

Espero que seja bem rebebido dessa vez, que o deixem ao menos tentar jogar futebol e que tenham paciência com o rapaz. Não é meu sonho de consumo, mas se vestir o uniforme avaiano estou lá (como sempre estou) para incentivar.

O que não pode é se vaiar até aquecimetno do jogador e depois pôr a culpa no Zunino pela má vontade. Porque, pelo que sei, já acabou o óleo de peroba na Capital pro pessoal que faz língua por aí.

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