Chegamos

O Avaí chegou à decisão do Delfinzão com o melhor desempenho da reta final em relação aos adversários. Chegou chegando, tomou conta do encardido Metropolitano, deu olé, com jogadores contestados como Diogo Orlando, Pirão e Nunes jogando e se entregando, com uma excelente partida do Robinho, e com Bruno e Renato Santos não fazendo tanta falta, tal o empenho de seus substitutos. Além do mais, temos um goleiro, um goleiraço. Enfim, está-se vendo um Avaí muito, mas muito superior para a decisão.

Curioso é que são os mesmos jogadores de algumas semanas atrás, o que prova… ah, isso não prova nada, é que futebol é assim mesmo. Daqui da minha redação tenho uma série de DVDs de milhares e milhares de times em situação semelhante de jogos e essas coisas são o que decretam aqueles casos da contingência do futebol.

A goleada sobre o Marcilio Dias, logo após a saida do Ovelha, foi em boa hora. Se perde ali, se empata, ou mesmo tenha sido o Avaí vitorioso com um placar magro, a tendência era o Hémerson ser levado até onde desse. Naquele dia, cujo público não vou dizer quantos foram, o Avaí já jogou diferente e de interinos, os (H)émersons foram efetivados.

Vou abrir aqui um parênteses em relação a situação que se está criando a respeito disso, uma discussão tola, diga-se. Primeiro, quem os colocou ali foi a diretoria. Eles não cairam de paraquedas e nem foram colocados pela torcida. Era o que se tinha para o momento e a situação requeria uma medida de urgência. E, assim como os torcedores sabem, a diretoria avaiana também sabia de sua capacidade. Mas ninguém, nem mesmo eu que sou otimista, dava como certa a efetivação deles no comando do Avaí. Era uma aposta. Tanto é verdade que a frase mais ouvida logo após a diretoria tê-los colocado naquela podre foi “que não se cobrassem deles por um mau desempenho”. Enquanto isso, a diretoira planejava, sim, a contratação de um técnico para se tornar efetivo, algo natural e elementar numa situação assim. Que bom que deram certo e que bom que serão efetivados.

Agora, um detalhezinho: como diz meu amigo Murilo Moreira, apareceram os avaianos. Como tem avaianos nas ruas, nos bares, nos restaurantes e, certamente, nos blogs e redes sociais. Será que se o Avaí não for bem na série B, ou não levar o título, eles continuam assim? Eu continuo, pois não sou modinha.

Ah, e pra não esquecer. FICA ZUNINO e FICA HÉMERSON.

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4 comentários sobre “Chegamos

  1. Com certeza os “modinhas” estão em peso na ressacada no próximo jogo, por dois motivos: 1º Para ver como será o palco para o show do Paul (rsrs), 2º para ver o Leão ganhar tranquilamente dos índios. hehehe…
    O mais engraçado disso tudo, é já vermos os torcedores do “timedoladodelá”, já chorando com o regulamento do campeonanto (somente agora?) e não festajando mais um título do returno, pois já sabem que vai haver clássico e a final no chiqueirão, e lá sabemos quem manda a 6 anos. kkkkkkkk…deixaram a gente chegar, agora não tem pra mais ninguém…heheh

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    • Claro que também gostaria de ver o Avaí ganhando os dois turnos, mas o que importa é ficar entre os quatro melhores. Porém, os dirigentes aprovaram o regulamento, portanto, se algum torcedor reclamar de regulamento, deve ser com o presidente do clube. Vale lembrar que em 1998, ganhamos os dois turnos e terminamos em 4º lugar.

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