O papel aceita tudo

Corre à boca pequena (e também à grande) a ideia de que tenhamos sido contrários à promoção de ingressos feitas para o jogo decisivo do Avaí neste domingo passado, ao nos negarmos a participar dos sorteios. Pelo contrário, não estávamos contra, mas desconfiados com a efusiva e avassaladora manifestação dos adoradores da mídia e capachos de diretorias amadoras passadas, que incoerentemente fizeram esta pantomima tola. Dizem que a oportunidade é a mãe da invenção, não é mesmo?

Também nunca fomos a favor de uma Ressacada vazia, mas que seja preenchida por quem esteja lá para torcer pelo Avaí, e não para jogar pedras a todo instante, vaiar aquecimento e desrespeitar jogadores. Ficou CLARO, ou tenho que desenhar.

– Ah, mas o time não estava jogando e era preciso vaiar.

Não, que não me apareça qualquer pai da criança para afirmar que se não fossem as vaias, críticas e protestos as coisas iriam melhorar. Era só o que faltava! É bom dizer que o time que está aí melhorou, sim, com a saída do seu Ovelha, mas são os mesmos jogadores, que se fossem mais bem avaliados por torcedores nas semanas passadas poderiam render as mesmas coisas que agora.

Lembro e nunca vou esquecer que o time ganhou do fraco Marcilio Dias com uma goleada e não jogando um futebol de encantar, assistido por 1790 torcedores, com ou sem amendoins nas mãos e sem empolgação alguma.

Eu não culpo torcedores pela má campanha do Avaí, mas quem tenha que sempre ver o tecido pelo lado avesso.

Realmente há muito nego bom precisando de uma bela dose de óleo de peroba.

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