O gambá se finge de morto, sempre.

A gente sabe que o sistema de ensino brasileiro é falho há muito tempo, talvez desde a colonização. Se preservou incutir a educação para as classes mais abastadas e se relegou ao restante da população que aprendesse com sinais de fumaça e com as badaladas dos sinos o que se passava na comunidade. Mas, nem por isso, nos dias de hoje, se admite desconhecimento mínimo necessário para entender textos simples, escritos em nossa língua.

Vez por outra uma turma aí diz que escrevo rebuscado e com palavras difíceis, o que, convenhamos é desculpa esfarrapada para baixa escolaridade.

Porém, quando afirmei que coisas estranhas e esquisitas acontecem no futebol catarinense isso não foi desculpa antecipada. O próprio ex-presidente do Avaí, que a turma da Branca de Neve e seus 7 Anões Zangados tanto admira, revelou isso. Não fui eu. Se não entenderam, vão se confessar com o bispo. Ou comprem um dicionário.

Era só o que me faltava.

Ah, e o burro? O burro sou eu.

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2 comentários sobre “O gambá se finge de morto, sempre.

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