Deu a lógica

Seria um jogo para a consagração do turno. Seria o jogo para consolidar a boa campanha do time da Ressacada. Seria o jogo para detonar o rival e fazer a festa. Mas, como o SE não joga e com o Avaí as coisas não são assim, fáceis demais, deu aquilo que SERIA mais lógico: no clássico, quem está melhor não vence o rival que está pior. Faz parte das lendas entre Avaí e Figueirense.

Meu irmão, André Aguiar, usou uma frase que reivindico: o Avaí jogou pelo campeonato e o Figueirense jogou por uma partida.

Era tudo ou nada para o Figueirense. Jogavam por uma bola e, se conseguissem um gol, apostariam na desestabilização do adversário. Já o Avaí teve que manter a boa fase e garantir o título em casa ou, pelo menos, terminar o turno com dignidade. O currículo da campanha não admitia uma derrota justo para o rival e em nossos próprios domínios.

Marcio Goiano entendeu perfeitamente como funciona o Avaí, ainda que se admita que também teve sorte com as ausências de Judson e Luan. As jogadas ofensivas são fortes pelas laterais. Os contra-ataques com Rômulo e Denilson são mortais. E pela meia, as bolas viradas e enfiadas ao ataque, formatam o time que é o rolo compressor do campeonato. Entendendo esse “mistério”, ele povoou o meio de campo e marcou a saída de bola dos laterais, matando as jogadas do Leão.

Pronto!

O Avaí foi segurado. E se não fossem dois milagres proporcionados pelo bom Kozlinski, o estrago poderia ser maior.

Claro que isso foi normal e natural, até porque nossa campanha nos deu obesidade suficiente para estes tropeços momentâneos. Mas é bom o técnico avaiano repensar algumas alternativas, como, repito, para as ausências de Luan e principalmente Judson. E ter coragem para, em determinadas partidas, tirar Marquinhos e investir num meio de campo mais dinâmico, uma vez que esperar por cobranças de escanteio e faltas é muito pouco.

Apesar desta armadilha, o Avaí segue nadando de braçadas e, a continuar assim, pode-se esperar por mais um caneco lá no mês de maio. Basta aprender com alguns erros.

O clássico da minha vida

Não vou entrar na celeuma pueril de que o jogo entre Avaí e Figueirense seja o maior clássico de Santa Catarina. São dois clubes que jogam há anos e não se precisa de teses e teorias para provar A ou B. O fato é que é um clássico, e dos bons.

Meu primeiro clássico nunca esquecerei. Foi, simplesmente, a decisão do catarinense de 1975. Aquela partida me marcou. Eu tinha 14 anos e era a primeira vez num estádio, num jogo importante, numa decisão, e estava agoniado por aquilo, pois o time para o qual eu torcia era um daqueles ali em campo.

Segundo os historiadores, o “clássico” conhecido como clássico mesmo começou em 1924, numa partida onde o Avaí vencia e o Figueirense virou. Depois, em 1938, houve o famoso 11 a 2, onde sobressaiu o talento de um jovem atacante avaiano e que viraria lenda, o Saulzinho.

Houve ainda um jogo inusitado, o clássico de 1971, no qual, depois de um briga generalizada entre os 22 jogadores, o árbitro Gilberto Nahas decidiu expulsar a todos e a partida foi encerrada em 0 x 0.

Poderia contar aqui os diversos clássicos e as diversas situações e aspectos pitorescos de cada um deles, mas um bom leitor pode, efetivamente, consultar a internet ou os livros de história sobre o futebol catarinense e se deliciar com isso.

Entretanto, eu fico, exatamente, com este de 1975, que foi a primeira decisão entre os dois clubes. Era o terceiro jogo da final. Eu ainda não era um acompanhante ferrenho de futebol, mas sabia, pelo que contavam ali perto nas arquibancadas, que o Figueirense tinha a vantagem de jogar pelo empate. Ou seja, só a vitória interessava ao Avaí.

Era o mês de agosto, ainda fazia um pouquinho de frio, mas o sol nas nossas cabeças incomodava um pouco. Confesso que me senti nervoso, mesmo ainda não tendo uma sensação de torcedor de estádio vivenciada em minha mente. Olhei para tudo, para todo o estádio, para as pessoas, para aquela movimentação, para os times enterrando em campo, para a comoção que tomava conta dos torcedores e, quando observei minhas pernas, elas tremiam.

Então, o jogo começou. Acompanhei as jogadas, os lances, sem nenhum que houvesse me chamado a atenção. O Avaí fazia algumas boas jogadas, o Figueirense respondia, mas nada que incomodasse a ninguém. Houve, sim, algumas confusões, com entradas mais duras dos dois lados. O tal de Zenon, um cabeludo com a camisa 10, para quem todos os olhos se voltavam e que eu só havia visto por fotos de jornal, era o jogador mais caçado. O primeiro tempo terminou em 0 x 0, e já se dizia que o título era do Figueirense. Alguns caras pareciam rir, de nervoso, talvez.

Veio o segundo tempo. O nervosismo havia aumentado. O clima de festa que existiu antes da partida e em boa parte do primeiro tempo, havia acabado. O estádio socado de gente ficou em silêncio em alguns momentos. O tal de Zenon, e que talvez tenha me ensinado a compreender o que é ser ídolo, marcou um gol, mas que foi anulado pelo bandeirinha. Confesso que não vi o lance, pois estava observando dois sujeitos, um do Avaí e outro do Figueirense, se xingando cada qual de um lado da arquibancada. Aquilo não ia acabar bem. Depois do gol anulado, houve uma confusão com o bandeirinha, que recebeu o que parecia ser uma pedrada na cabeça e teve que sair de campo, sangrando. Um sujeito do meu lado confirmou que tinha sido uma pilha de rádio.

A partida reiniciou e as confusões em campo já se estendiam pelas torcidas. Tinha um clima estranho no ar, que só aumentava. E aí, numa jogada pela lateral do campo, o tal de Zenon, que agora era o Zenon, craque e ídolo, driblou dois jogadores do Figueirense e cruzou para a área, encontrando a cabeça de um galego grandalhão chamado Juti. Era o gol do Avaí. Não sei se chorei. Acho que sim. Mas uma explosão muito forte se somou a de todos os torcedores ao meu lado. Abraçava e cumprimentava pessoas que não conhecia, mas que pareciam ser amigos de longa data, irmãos, ou parentes muito próximos.

Houve uma sensação de alívio e de festa no local destinado à torcida do Avaí. A alegria contagiou a todos. Muitos choravam mesmo, com lágrimas derramadas. O Avaí vencia o jogo e se tornava campeão. E fui para casa com a sensação de que aquilo ali, aquele evento era, verdadeiramente, um clássico e já ansiava por outros. Queria voltar ao estádio em outras vezes.

Era e é algo muito bom.

Atletiba: Uma lição a se aprender

O que se viu executado por Coritiba e Atlético Paranaense, neste domingo, é algo para se exultar aos quatro ventos. Foi histórico. Diferente do que pensam alguns, não foi um ato de rebeldia, onde se presume uma birrinha juvenil, mas uma demonstração de justiça e defesa de seus princípios.

Para quem não sabe, ambas as equipes não concordaram com a transmissão de sua partida pela rede de TV oficial do Brasil (sim, a Globo manda e desmanda em tudo o que quer neste país) e resolveram que o jogo seria transmitido pelas redes sociais. O árbitro da partida, empregado de sua federação e sem qualquer autonomia para decidir sobre o jogo, como tantos que há por aí, resolveu interromper o evento enquanto a situação não fosse resolvida. Contudo, sem arredar o pé de suas convicções, os dois clubes resolveram tirar seus times de campo, literalmente, e a partida não foi iniciada.

O ato é emblemático, exatamente pela situação em que vivemos em nosso país, uma nação golpeada por mercenários políticos, inimigos da democracia, e vivendo às custas do mercado. A tal “rebelião” proporcionada por aqueles clubes, mostrou, então, que há que se lutar, ainda, por princípios e direitos em qualquer instância de nossas vidas.

A Rede Globo de televisão compra os direitos de transmissão dos jogos do futebol brasileiro. Ponto aí. Ocorre que seus desmandos vão muito além disso, interferindo na vida e na saúde financeira dos diversos clubes do nosso futebol, impondo regras, tabelas e competições as mais diversas, explorando o que pode do nosso esporte tão querido. E chega ao cinismo de dizer que o calendário é destroçante, quando ela mesma impõe as tabelas e os jogos adequados à sua grade de programação.

Além do mais, explora sem perdão a vida financeira dos clubes e distribui as verbas de forma desigual e injusta, favorecendo aqueles cujo retorno comercial lhe é adequado. E tudo isto vem sendo percebido pelos clubes, mas sem que alguém tenha coragem de dizer não. Até este domingo.

Em vista disso, como eu gostaria que Avaí e Figueirense, em sua partida pelo estadual, dessem um fim à exploração efetuada pela rede local, afiliada da mandatária, e começassem uma nova era na conduta da mídia com o próprio futebol brasileiro. Mas, dos nossos, a única coisa que deve ocorrer é ainda emitirem uma nota de repúdio à atitude de seus coirmãos do Paraná.

Duvidas?

Queres com ou sem emoção?

Mais líder do que nunca, o Avaí segue atropelando no Estadual. Torcedores do Sul da Ilha estão eufóricos, porque mais uma vez se conquistará um título com um pé nas costas, dando as cartas e jogando de mão, como sempre fizemos na nossa história.

E como sempre fez nestes anos todos em que disputa os campeonatos em nosso quintal, o Avaí sairá dando pancadas naturais e contínuas, rumo ao seu 90º. Título.

– Hein? Como assim?

– É! O Avaí não é aquele time que sempre jogou bem e sempre mandou como quis no estadual? Exatamente como está fazendo agora? Sem se importar com adversários?

– É claro que não! Pelo contrário, na imensa maioria das vezes foi com dor, dificuldades e com muito suor lavado. Sofremos, se quer saber.

Bom, é verdade. Quem acompanha o Avaí por meio século como eu, sabe que dificilmente nos exultamos com seguidas campanhas exitosas deste nosso clube. Aliás, comemoramos com orgulho as vitórias e as conquistas como se fossem únicas. Há quem abra um champanhe por aquele jogo, aquele, não tem? Ou que acenda velinhas num bolo por um campeonato distinto.

Nos últimos três anos, fomos humilhados em nosso quintal exatamente por causa de uma administração medíocre, da qual o atual presidente, louvado bipolarmente, fazia parte. Mesmo assim, era algo como já foi contado em nossa história, a dificuldade.

Por isso, quando vemos um time jogando futebol sem reticências, como agora, quando constatamos uma liderança sem quaisquer senões, quando testemunhamos que já, na próxima rodada, abocanharemos com justiça o título do primeiro turno, somos obrigados a nos espantar.

Que “coza” é essa que está fazendo o Avaí?

E aí lembramos que na próxima rodada… bom, deixa pra lá.

O fator Marquinhos

Um bando de velhas virgens e adolescentes babões, sem nada pra fazer na vida, ficou revoltadinho quando choveram críticas ao Marquinhos por haver perdido o pênalti contra o JEC. A alegação é de que não se reconhece o valor e a necessidade dele no time. Obviamente que se trata de uma desculpa tola e esfarrapada a respeito de um jogador e uma idolatria sem nexo, haja vista que ele mesmo, o Marcos Vicente dos Santos é bem grandinho para precisar de uma blindagem tão mequetrefe.

A crítica é efetuada no âmbito do jogo, na análise de uma partida ou de um campeonato. Se fosse assim tão normal ou natural se perder pênaltis, como se quer fazer entender (porque foi o Marquinhos quem perdeu, logicamente), então que se retire este item da regra e podem fazer faltas à vontade dentro da área. Os comentários sobre a perda do pênalti vão dos hilários aos ridículos.

É preciso deixar bem claro que as críticas são as de jogo. Custa alguém entender isso? Marquinhos Santos está praticamente com a carreira gloriosa encerrada, isto é fato. Jamais se fará ilações a respeito de sua vida pessoal. Curioso é que alguns destes alienados idólatras ofendiam o Zunino e toda a sua família sem dó, mostrando a quantidade de hipocrisia que corre em suas veias.

Marquinhos Santos já tem a sua história consagrada no Avaí Futebol Clube e isso ninguém tira. Na era da Ressacada apenas três jogadores fizeram olhos brilharem de emoção e alegria em seus jogos: Adilson Heleno, Evando e o próprio Marquinhos. É inegável sua importância na história do clube.

O Galego de Biguaçu foi dono de um dos passes mais precisos no futebol brasileiro, um fundamento precioso e que pode decidir jogos. Sua forma de bater na bola é ímpar e mereceu elogios por onde passou. Por isso, aprimorou cobranças de faltas com destreza e maestria e já fez gols antológicos por causa disso. Até hoje nós e os alvinegros não esquecemos daquele gol por cobertura no goleiro Neneca.

Além disso, Marquinhos Santos sabe organizar o jogo como ninguém, o que me leva a crer que tão logo pendure as chuteiras poderá, tranquilamente, desempenhar o papel de treinador na beira do gramado. Basta querer.

Também se pode elogiar a forma como defende o seu clube do coração, muitas vezes transbordando seu amor em palavras não tão corretas, mas por diversas vezes necessárias a quem nos tripudia. Não mede esforços, assim, em colocar o seu coração na ponta da chuteira.

Enfim, não há necessidade de se fazer protestos e passeatas a cada crítica feita a ele, porque ele não precisa provar nada pra ninguém. A forma como o protegem é infantil em sua essência e revela desequilíbrio emocional de seus adoradores. Seu nome está gravado nas entranhas do Avaí.

– Mas da próxima vez veja se bate aquele pênalti direito, né, mô nego, porque tu bates mal pra cacete!

Todos entraram em campo, menos a seriedade

Nada de se fazer terra arrasada por um empate do Avaí num jogo contra um time de série C.

– Sério? Sem terra arrasada?

– Sim!

– Mas lamentar pode?

– Claro. Deve!

Pois é, e é muito chato se perceber que um time de futebol, ao jogar mais e melhor que o adversário, acabe perdendo ou apenas empatando por bobeiras. Por aquelas coisas reservadas ao imponderável. E o futebol é assim, sempre apresenta tais surpresas.

Assisti ao jogo do Avaí, na Ressacada, contra a Chapecoense, e constatei um time organizado e seguro. Mostrou-se muito bem treinado, diga-se. Porém, foi algo inusitado, pois o time do Avaí não faz estas partidas perfeitas e memoráveis há muito tempo. Muito tempo mesmo. Por isso, foi um jogaço!

Neste jogo contra o Joinville, contudo, o time começou desatento, como em outras oportunidades, porém logo foi se acertando e acabou dominando boa parte do jogo. Em alguns momentos, percebeu-se que era questão de tempo o time fazer um gol. E eis que surge, no início do segundo tempo, a marcação de um pênalti e que poderia dar a vitória ao Avaí. Marquinhos vai para a bola, bate… e perde. Os três pontos que dariam a tranquilidade de conquistar, já, o primeiro turno foram perdidos em um cobrança desleixada e mal batida.

O que se pode tirar de lição sobre isso?

Campeonatos de futebol como o catarinense são extremamente equilibrados. Qualquer descuido, qualquer cochilada pode ser fatal lá na frente.

Times de futebol, em qualquer lugar do mundo, quando estão bem treinados e em busca de objetivos claros, não podem se dar ao luxo de desperdiçar oportunidades, quaisquer que sejam elas. Não existe time perfeito e nenhum time, em qualquer lugar, vencerá todas as partidas numa competição. Por isso mesmo, quando as chances surgirem, jogá-las fora é sinal de displicência.

Perder pênalti é natural e normal em qualquer jogo. Mas há pênaltis e há pênaltis, assim como há jogadores e jogadores.

O futebol nos últimos anos se tornou extremamente físico. Dessa forma, jogadores que andam em campo não produzem para o time e são peças nulas. E, assim, há que se repensar a necessidade de Marquinhos Santos no time do Avaí. Está visivelmente fora de forma e só serve para bater faltas, escanteios e dar um ou outro passe e, na maioria das vezes, sem ser efetivo e sem objetividade.

Os blindadores do Marquinhos, que vivem na moita e sempre se manifestam quando se faz críticas a ele, prestam um desserviço ao Avaí como um todo com esta mania de idolatrá-lo, porque todos sabemos, quem acompanha o futebol, que a carreira dele acabou há muito tempo. Foi um grande jogador e está na galeria do clube, mas hoje, infelizmente, mais atrapalha do que ajuda.

No restante do campeonato que vem pela frente, os demais times vão se arrumar e começarão a correr atrás de uma recuperação no campeonato. Que ninguém se iluda, mas tudo o que o Avaí conquistou, e bem, foi graças a uma manutenção do elenco e a uma boa preparação, coisa que os outros não conseguiram, mas que logo será equilibrada por todos.

– Poxa, mas não segue líder e invicto?

– Segue. E jogando bem.

– Então, porque a reclamação?

– Digo, sem medo de errar: este pênalti perdido pode nos custar muito caro.

Aquilo que faz a diferença no futebol

Eu sempre conduzi a minha vida nunca esperando pela sorte. Não acredito que as coisas ocorram ao natural, ao acaso, jogando dados. Sempre há um planejamento. Acreditar que se vai ganhar numa loteria, por exemplo, sem entender um pouquinho de matemática e lei das probabilidades é jogar dinheiro fora. Nunca ganhará!

O cara que joga pôquer ou mesmo dominó, se quiser vencer, tem que compreender estes detalhes. Se não, apenas irá participar das competições.

E como todo jogo, o futebol não seria diferente. Quem não planeja, quem não se organiza neste esporte, não chega a lugar algum.

Quando assisti ao jogo do Avaí contra a Chapecoense, sem aquela babação natural de torcedor, percebi um time organizado. E que havia um trabalho de bastidores sobre preparação física e sobre esquema tático.

Invariavelmente, nos últimos anos de agruras do Leão da Ilha reclamava-se do que? Que o time já estava cansado no aquecimento antes do jogo. Descer do ônibus já dava pianço em alguns jogadores. Quais foram os resultados? Campanhas vergonhosas nos estaduais. Claro que havia também um pouco de preguiça nos bastidores, que fazem parte da conta.

A chegada do treinador Claudinei mudou este quadro. Se antes era um oba-oba e “deus nos ajude”, agora há método. Existe um planejamento. É o que parece. As jogadas em leque dos atacantes avaianos, por exemplo, saindo das laterais e invadindo a área por fora não é fruto do acaso. Isso tem cheiro de treinamento. Quem acompanha o futebol sabe como isso é feito.

O futebol dos dias atuais requer tudo isso. Um bom planejamento, uma boa preparação física e organização tática. Qualquer time que faça isso, aplicado por um bom treinador, terá sucesso. Não é necessário um grupo de barcelônicos a fazer jogadas mirabolantes. Basta que se organizem.

Por isso, não largo a minha máxima: time bom é aquele que vence campeonatos e time ruim é aquele que perde. A continuar assim, com esta aplicação tática demonstrada até agora, com este empenho da parte física e com metas e objetivos bem delineados, o time do Avaí deste ano será o time bom do campeonato.

Ah, sim, esqueci de uma coisa que escangalha todo um planejamento, se não for levada a sério: salários em dia. Isso faz uma diferença, mô querido!